5 dias em Hong Kong, 37 anos depois da minha primeira visita
Por Blaise Jaeger · Atualizado em 22 de outubro de 2026
Hong Kong em 5 dias: nosso roteiro em resumo
Este é o roteiro por Hong Kong que eu e meu amigo Roy seguimos de 15 a 20 de outubro de 2026, a partir de um único hotel em Central. Foram cinco dias inteiros, um deles em Macau, misturando o que todo mundo vem ver — o Victoria Peak, o Star Ferry, o Grande Buda — com o que nos surpreendeu: a rapidez com que você se vê numa crista coberta de mata acima do mar, e o quanto a cidade ainda lembra aquela que conheci em 1989.
Todos os horários e preços desta página vêm das nossas fotos e recibos. Quando algo deu errado, eu conto, porque normalmente são essas as linhas mais úteis de um guia de viagem.

| Dia | Programa | Destaques |
|---|---|---|
| Dia 1 — quinta-feira, 15 de outubro | Chegada e Central | Táxi do aeroporto, jantar no Tsui Wah, vista do porto de um rooftop |
| Dia 2 — sexta-feira, 16 de outubro | Bate-volta a Macau | Ferry TurboJET, Ruínas de São Paulo, Taipa Village, o Venetian |
| Dia 3 — sábado, 17 de outubro | Dragon’s Back e Quarry Bay | Caminhada pela crista acima de Shek O, o Monster Building, almoço tailandês |
| Dia 4 — domingo, 18 de outubro | Lantau, depois Kowloon | Ngong Ping 360, Grande Buda, Tai O, pôr do sol na Avenue of Stars, Temple Street, Star Ferry |
| Dia 5 — segunda-feira, 19 de outubro | Old Town Central e Victoria Peak | Escadas rolantes de Mid-Levels, Tai Kwun, o Peak de dia, ao pôr do sol e à noite |
| Dia 6 — terça-feira, 20 de outubro | Partida | Museu M+, depois o Airport Express |
Hong Kong em 1989, em 2011 e hoje
Vim a Hong Kong pela primeira vez em janeiro de 1989. Eu estava entre dois empregos, viajando por sete semanas pela Tailândia, Filipinas, Hong Kong e Sri Lanka com dois amigos, e Hong Kong ainda era uma colônia britânica. O que me marcou na época foi o contraste entre ricos e pobres, lado a lado: Rolls-Royces enfileirados na frente do hotel The Peninsula e, a poucos passos dali, um homem puxando uma carroça de madeira no meio do trânsito.

Voltei em 2010 e 2011 a trabalho, incluindo uma viagem de que ainda me lembro pelo absurdo: um voo para Hong Kong, um jantar com um cliente britânico no Hong Kong Club, o clube privado mais antigo da cidade, e um voo direto de volta — duas noites seguidas dentro de um avião, por um contrato que nunca consegui fechar.
Desta vez foram férias, cinco dias com o Roy. O Peninsula continua lá, e o porto também. O que mudou foi a altura de tudo ao redor. Em 1989, o prédio mais alto de Hong Kong era o Hopewell Centre, com 222 metros, e só um punhado de torres passava dos 150 metros; a Bank of China Tower ainda estava em construção. Hoje Hong Kong tem cerca de 567 edifícios com mais de 150 metros, segundo o Council on Tall Buildings and Urban Habitat — mais do que qualquer outra cidade do mundo.

E, no entanto, a cidade é menos construída do que parece vista do porto. Segundo o Planning Department, só cerca de um quarto do território de Hong Kong é urbanizado; o resto são parques naturais, áreas alagadas, reservatórios e morros. Essa é a verdadeira surpresa deste roteiro: no Dia 3 você caminha por uma crista coberta de mata acima do mar, no Dia 4 sobe de teleférico sobre montanhas verdes, e ambos ficam a menos de uma hora de Central.
Onde ficamos: Upper House, em cima do Pacific Place
Ficamos no Upper House, em cima do Pacific Place, em Admiralty, a uma estação de MTR de Central. É caro, e também é incrível: nosso quarto no 47º andar era enorme para os padrões de Hong Kong, com uma banheira de frente para o porto. Admiralty acabou sendo uma base perfeita — Central e seus ferries de um lado, o Peak Tram do outro, e ônibus para Lantau e para o aeroporto saindo logo embaixo do hotel.

Uma noite jantamos no Salisterra, o restaurante do último andar do hotel, com o menu degustação e as luzes da cidade lá embaixo. Se o Upper House estiver fora do seu orçamento, vale a mesma lógica: fique na ilha, entre Central e Admiralty, perto de uma estação de MTR.

Dia 1: chegada, Central e um rooftop à noite
Voamos de Bali pela Singapore Airlines, com conexão em Singapura, e pousamos em Hong Kong à noite. Às 18:40 o salão da imigração estava cheio, mas as filas andam rápido e não há coleta de digitais: passamos em 15 minutos, e nossas malas saíram 15 minutos depois.
A fila do táxi: em dinheiro é mais rápido
No ponto de táxi há duas filas: uma para quem quer pagar com cartão de crédito, que estava mais longa, e outra para pagamento em dinheiro. Entramos na fila do dinheiro às 19:20 e não esperamos nada. Sem trânsito, a corrida até Admiralty levou 40 minutos e custou HK$390. Uma placa no ponto explica as três cores dos táxis de Hong Kong: vermelho para as áreas urbanas, verde para os Novos Territórios e azul para Lantau.

Jantar no Tsui Wah
Para um primeiro jantar rápido fomos ao Tsui Wah, uma rede de Hong Kong de cha chaan teng — o restaurante popular local que serve comida cantonesa e pratos de inspiração ocidental — fundada em 1967. O prato mais famoso é o porco assado, o char siu, sobre ovos mexidos e arroz, por HK$90. Simples, e exatamente o que precisávamos depois de um dia de voo.

Drinques no Terrace Boulud
Terminamos a noite no Terrace Boulud, a brasserie francesa de Daniel Boulud no terraço do Mandarin Oriental, em Central. Um coquetel custa cerca de HK$128 mais 10% de serviço, e a vista do porto à noite vale a pena.

Dia 2: bate-volta a Macau
Deixamos Macau para o segundo dia, uma sexta-feira, de propósito: o fim de semana seguinte era um feriadão de três dias em Hong Kong, e queríamos fugir da multidão nos ferries. Saímos de Sheung Wan no TurboJET das 9:30 e voltamos às 16:30, depois do centro histórico, de um almoço em Taipa Village e dos canais do Venetian.
O dia completo, com os horários reais, os preços do ferry e o que pagamos no almoço, está no nosso guia de um dia em Macau saindo de Hong Kong.
Dia 3: Dragon’s Back e o Monster Building
Dragon’s Back: nosso erro, e o que fazer no lugar
O Dragon’s Back é a mais fácil das trilhas famosas de Hong Kong: um caminho pela crista no Shek O Country Park, no sudeste da ilha de Hong Kong, com o mar dos dois lados. Pegamos o MTR até Chai Wan e depois esperamos 35 minutos por um táxi, que nos deixou a um quilômetro do início da trilha. Não faça como nós. Pegue o MTR até Shau Kei Wan e depois o ônibus 9 até o ponto To Tei Wan, bem no começo da trilha.
Era um sábado de feriadão, e a trilha estava movimentada. Começamos a caminhar às 11:37, chegamos ao mirante acima de Shek O por volta das 12:30 e voltamos pelo mesmo caminho. Essa versão curta levou cerca de uma hora e vinte minutos. A trilha completa continua pela crista até Big Wave Bay. Todos os detalhes, com o ônibus e a trilha passo a passo, estão no nosso guia da trilha Dragon’s Back.

Descemos de micro-ônibus público até a estação de Shau Kei Wan, HK$13 por pessoa, e depois pegamos o MTR até Tai Koo. Em volta da estação, os velhos bondes de dois andares da ilha de Hong Kong — os “ding dings” — passam chacoalhando entre as torres residenciais.

O Monster Building em Quarry Bay
De Tai Koo é uma caminhada curta até o conjunto Yick Cheong Building, em Quarry Bay, mais conhecido como Monster Building: cinco blocos residenciais interligados em volta de um pátio estreito, com milhares de janelas, aparelhos de ar-condicionado e varais empilhados até o céu. É um dos lugares mais fotografados de Hong Kong, e tem gente morando ali, então fale baixo. Quando passamos por lá, logo depois das 13:30, havia só alguns poucos visitantes.

No beco bem ao lado, almoçamos no Thai Nyom, um pequeno restaurante tailandês ao qual voltaríamos com prazer, e depois pegamos o MTR de volta para Admiralty.
Dia 4: ilha de Lantau, depois Kowloon à noite
Ngong Ping 360: compre antes e considere a Crystal cabin
De Admiralty, o ônibus E11 da Citybus vai até Tung Chung em cerca de uma hora e vinte minutos, passando pelas pontes sobre o porto de contêineres. Em Tung Chung começa o teleférico Ngong Ping 360, que sobe por uns 25 minutos sobre a baía e as montanhas até o Grande Buda. A vista do aeroporto lá de cima, de dentro da cabine, é espetacular.

Foi aqui que mais perdemos tempo na viagem: 90 minutos de espera pelo teleférico, num domingo. Compramos os ingressos do Ngong Ping 360 no Klook ali mesmo na fila, o que nos passou para uma fila mais rápida e economizou uns 30 minutos. Olhando para trás, deveríamos também ter pegado ingressos da Crystal cabin (as cabines com piso de vidro), cuja fila é menor: teríamos economizado mais 30 minutos. Compre antes do dia e vá num dia de semana, se puder.
O Grande Buda e o Mosteiro Po Lin
O Tian Tan Buddha, o Grande Buda, fica no alto de 268 degraus, que nós subimos. Logo abaixo, o Mosteiro Po Lin vale a curta caminhada pelos salões pintados e pelo incenso no pátio.

Tai O, a vila de pescadores sobre palafitas
De Ngong Ping descemos de táxi até Tai O, a antiga vila de pescadores com casas sobre palafitas na costa oeste de Lantau. Fizemos um passeio de barquinho, HK$50 por pessoa por cerca de 20 minutos. Não vimos nenhum golfinho-rosa — é preciso ter muita sorte, disse a senhora do barco —, mas ver a vila a partir da água valeu a pena. Almoçamos no Fook Moon Lam, um restaurante local simples.

Para voltar, a fila do ônibus 11 para Tung Chung estava muito longa; o ônibus leva o mesmo tempo que um táxi, mas teríamos que esperar dois ou três deles passarem. Pegamos um dos táxis azuis de Lantau por HK$230 e depois o MTR até Kowloon. Nosso dia completo na ilha, hora a hora, está no nosso guia de bate-volta à ilha de Lantau.
Pôr do sol na Avenue of Stars
Passamos a pé em frente ao Peninsula — a mesma fachada que vi em 1989 — até a Avenue of Stars, na orla de Tsim Sha Tsui, tomamos um drinque no Ink, ao lado do Hong Kong Museum of Art, e vimos o sol se pôr atrás das torres da ilha de Hong Kong. É a clássica vista de cartão-postal de Hong Kong, e ao pôr do sol ela faz jus à fama.
Temple Street, a Symphony of Lights e o Star Ferry
Para jantar fomos ao Temple Street Night Market, sob seus varais de lanternas. Comemos no Temple Spice Crab: ganso com arroz e mais um prato clássico, HK$324 para dois. Sinceramente, não estava muito bom — vá pelo clima da rua, não pela comida.

Às 20:00 assistimos à Symphony of Lights, o show de luzes noturno nos prédios do porto. Achamos decepcionante; o porto à noite já impressiona por si só, com as velas vermelhas do velho junco que leva turistas para passear na água.

Depois pegamos o Star Ferry de volta para Central — HK$6,50 num feriadão, e ainda o passeio com melhor custo-benefício de Hong Kong — e voltamos a pé para o hotel pela orla.

Dia 5: Old Town Central e Victoria Peak
As escadas rolantes de Mid-Levels e o Tai Kwun
Passamos a manhã em Old Town Central. O Central–Mid-Levels Escalator é uma sequência de escadas rolantes e passarelas cobertas, ao ar livre, que sobe o morro acima de Central por cerca de 800 metros, e é o jeito mais fácil de explorar o SoHo e as ruas ao redor.

No meio da subida, o Tai Kwun é o antigo complexo da Central Police Station, incluindo a velha Victoria Prison, restaurado e aberto como centro de patrimônio e artes. A entrada é gratuita. Dê uma volta pelo pátio de desfiles e entre no antigo bloco da prisão, onde ainda dá para entrar nas celas.

Para almoçar fomos ao Sing Kee Seafood Restaurant, um restaurante chinês citado no guia Michelin, nas ruas do SoHo, antes de uma pausa no hotel.
Victoria Peak de dia, ao pôr do sol e à noite
Às 15:00 pegamos um táxi até a estação inferior do Peak Tram, na Garden Road, HK$30 saindo de Admiralty. A fila para o bondinho estava longa — era feriado —, mas com um ingresso fast-track fomos direto para a fila de embarque e só esperamos o próximo bonde, uns 20 minutos, o que nos colocou na frente, com os melhores lugares. O Klook vende um ingresso fast-track do Peak Tram: escolha o pacote com Peak Tram ida e volta e Sky Terrace 428. Também existe uma opção com o Madame Tussauds, que pulamos — já tínhamos visitado o de Singapura, onde a maioria das figuras eram celebridades regionais que não reconhecemos.

O segredo no Peak é ficar: chegue no meio da tarde para ver a vista com luz do dia, espere o pôr do sol e fique até as luzes da cidade se acenderem. Passamos o tempo tomando coquetéis no Bubba Gump, na Peak Tower, e depois subimos ao Sky Terrace por volta das 17:00.




Descemos às 19:00, de novo sem muita espera. A tarde completa, hora a hora, está no nosso guia do Victoria Peak ao pôr do sol.
Dia da partida: M+ e o Airport Express
Na última manhã fomos ao M+, o museu de cultura visual do West Kowloon Cultural District. Vale a visita se você gosta de arte contemporânea, e o próprio prédio, à beira d’água, tem uma das melhores vistas da ilha de Hong Kong.

Depois pegamos o Airport Express até o aeroporto, HK$120: o jeito mais rápido de chegar lá a partir de Central ou de Kowloon.
O que faríamos diferente
- Vá ao Dragon’s Back de ônibus 9 saindo de Shau Kei Wan, e não de táxi saindo de Chai Wan.
- Compre os ingressos do Ngong Ping 360 antes do dia e considere a Crystal cabin, que tem fila menor.
- Confira os feriados. Nosso domingo em Ngong Ping e nossa segunda-feira de feriado no Peak foram os momentos mais lotados da viagem.
- Pule a Symphony of Lights se estiver com pouco tempo.
- Escolha a fila do táxi para pagamento em dinheiro no aeroporto, se tiver dólares de Hong Kong.
Como se locomover em Hong Kong: o que usamos
| Transporte | Quanto pagamos | Como pagamos |
|---|---|---|
| Táxi, do aeroporto a Admiralty | HK$390 | Dinheiro |
| MTR | De HK$5 nos trechos curtos a HK$20 nos mais longos | Bilhetes unitários |
| Bonde na ilha de Hong Kong | HK$3,50, qualquer distância | Cartão por aproximação |
| Micro-ônibus público, do Dragon’s Back a Shau Kei Wan | HK$13 por pessoa | Dinheiro |
| Táxi azul de Lantau, de Tai O a Tung Chung | HK$230 | Dinheiro |
| Táxi, de Admiralty ao Peak Tram | HK$30 | Dinheiro |
| Star Ferry, de Tsim Sha Tsui a Central | HK$6,50 | Cartão por aproximação |
| Airport Express | HK$120 | Cartão por aproximação |
No MTR compramos bilhetes unitários, com preço conforme a distância, de HK$5 para uma ou duas estações a HK$20 para os trajetos mais longos. Nos ônibus, bondes, no Star Ferry e no Airport Express, simplesmente encostamos um cartão de crédito por aproximação. Tarifas, táxis, micro-ônibus e as opções para o aeroporto estão todos no nosso guia sobre como se locomover em Hong Kong.
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Perguntas frequentes sobre roteiro em Hong Kong
5 dias em Hong Kong é suficiente?
Sim. Cinco dias bastam para a ilha de Hong Kong, Kowloon, Lantau e o Victoria Peak, mais um bate-volta a Macau, se você ficar numa base central e planejar cada dia em torno de uma região.
Qual a melhor região para ficar em Hong Kong?
Central ou Admiralty, na ilha de Hong Kong. As duas têm MTR, ficam perto do Star Ferry, do Peak Tram e dos ferries para Macau, e os ônibus para Lantau e para o aeroporto saem de Admiralty.
Quanto custa o táxi do aeroporto de Hong Kong até Central?
Pagamos HK$390 do aeroporto até Admiralty, numa corrida de 40 minutos sem trânsito. No ponto de táxi, a fila para pagamento em dinheiro andou mais rápido que a de pagamento com cartão.
Como chegar ao Dragon’s Back?
Pegue o MTR até Shau Kei Wan e depois o ônibus 9 até o ponto To Tei Wan, no início da trilha. Evite pegar táxi em Chai Wan: esperamos 35 minutos por um, e ele nos deixou a um quilômetro do começo.
Quanto tempo de fila no teleférico Ngong Ping 360?
Num domingo de outubro, esperamos 90 minutos. Compre os ingressos com antecedência, vá num dia de semana e considere a Crystal cabin, cuja fila costuma ser menor.
Vale a pena ver o Victoria Peak ao pôr do sol?
Sim. Suba no meio da tarde, fique durante o pôr do sol e espere as luzes da cidade se acenderem: você tem três vistas diferentes pelo preço de uma subida só.
Como furar a fila do Peak Tram?
Compre um ingresso fast-track com antecedência. Num feriado, a fila normal estava muito longa, enquanto com o nosso só esperamos o próximo bonde na subida, e quase nada na descida.
A Symphony of Lights vale a pena?
Achamos decepcionante. O porto à noite é espetacular por si só, com ou sem o show.
Quanto custa o Star Ferry?
Pagamos HK$6,50 de Tsim Sha Tsui a Central num feriadão, com cartão por aproximação. É o transporte mais barato de Hong Kong e um dos melhores.
Dá para usar cartão de crédito no transporte público de Hong Kong?
Sim, nos ônibus, bondes, no Star Ferry e no Airport Express encostamos um cartão de crédito por aproximação. No MTR compramos bilhetes unitários, de HK$5 a HK$20 conforme a distância.
Vale a pena fazer um bate-volta de Hong Kong a Macau?
Sim. O TurboJET leva cerca de uma hora, e um dia basta para o centro histórico, Taipa Village e o Venetian; vá num dia de semana para fugir da multidão.