Viajar para a Indonésia em 2026: visto, regras e voos
Por Blaise Jaeger · Atualizado em 17 de agosto de 2026
Entrar na Indonésia está mais fácil do que esteve em anos, mas não é bem a formalidade que as pessoas imaginam. O visto em si leva minutos. O que pega os viajantes de surpresa é tudo o que está em volta: um passaporte em mau estado, um formulário de chegada sobre o qual ninguém avisou, uma prorrogação iniciada três dias tarde demais, ou um voo comprado para a ilha errada. Este guia cobre as regras nacionais, que valem onde quer que você pouse, e como escolher a porta de entrada certa num país espalhado por 17 mil ilhas e três fusos horários.
Eu moro na Indonésia e cruzo essa fronteira várias vezes por ano, por Jacarta e por Bali. Aqui está o que realmente acontece no guichê, o que as páginas oficiais não detalham, e a única mudança de taxa anunciada neste mês que pode dobrar o que você paga na chegada.
Requisitos de entrada na Indonésia em 2026: a versão curta
Se for ler só um trecho, leia este. Para uma estadia turística de 30 dias ou menos, com uma das nacionalidades elegíveis, você precisa de quatro coisas:
- Um passaporte válido por pelo menos seis meses a partir da data de entrada, com páginas em branco e sem danos.
- Um visto na chegada (VOA) ou e-VOA — atualmente IDR 500.000 por pessoa, crianças incluídas.
- O All Indonesia Arrival Card, um formulário online gratuito preenchido nos três dias anteriores à chegada.
- Comprovante de voo de saída ou de continuação, pedido de forma irregular, mas pedido.
Todo o resto desta página são detalhes, exceções e as partes que dão errado. Confirme sempre as regras vigentes no site da Diretoria-Geral de Imigração antes de voar — a Indonésia ajusta essas regras com mais frequência que a maioria dos países.
Entrar na Indonésia em resumo
| Visto de turismo | VOA ou e-VOA, IDR 500.000 (cerca de 28 €) — aumento anunciado, ainda não em vigor |
| Tempo de permanência | 30 dias, prorrogáveis uma vez por mais 30 (60 dias no total) |
| Validade do passaporte | mínimo de 6 meses a partir da entrada, sem danos, com páginas livres |
| Formulário de chegada | All Indonesia Arrival Card — gratuito, obrigatório, nos 3 dias anteriores |
| Principais aeroportos | Jacarta (CGK), Bali (DPS), Surabaya (SUB), Medan (KNO), Makassar (UPG), Manado (MDC) |
| Portões automáticos | Jacarta e Bali, para passaportes biométricos com e-VOA |
| Multa por overstay | IDR 1.000.000 por dia |
| Estadias longas | visto B211 — 60 dias, renovável duas vezes, até 6 meses |
| Moeda na chegada | rupia indonésia (IDR); o VOA se paga com Visa, Mastercard ou dinheiro |
O que aprendi cruzando essa fronteira
Me mudei em definitivo para a Indonésia em 2020, depois de abrir em 2017 o primeiro centro de mergulho PADI de Nusa Penida, e tenho um KITAS, a autorização de residência. Isso muda em qual fila eu entro, mas não o que eu vejo: toda vez que pouso, o saguão de desembarque conta a mesma história. Pelos portões automáticos passa um fluxo constante, enquanto nos guichês do VOA se forma uma fila que não se mede em minutos, e sim em voos.
Hoje uso exclusivamente o portão automático. É mais rápido que o guichê específico de KITAS, o que surpreende muita gente, já que esse guichê existe justamente para ser o atalho. Passaporte no leitor, olhar para a câmera, o portão abre. Os viajantes que continuam esperando são quase sempre os que decidiram comprar o visto na hora em vez de pela internet.
A única vez em que um agente questionou o meu próprio passaporte foi pelo estado dele, não pelos documentos. Virou o passaporte, examinou o desgaste, fez um comentário — e me deixou passar. Desde então me pergunto se foi o KITAS que pesou. Sinceramente não sei, e é justamente essa incerteza que hoje me faz conferir o estado do passaporte em primeiro lugar, e não por último.

Nunca precisei prorrogar um visto, então não vou fingir que enfrentei essa fila. Mas acompanhei vários viajantes no processo, e o padrão nunca muda: todos começaram tarde demais. Se você planeja ficar mais do que algumas semanas, é o trecho abaixo que eu leria duas vezes.
Seu passaporte: o detalhe que barra viajantes
Os seis meses de validade todo mundo conhece. O estado do passaporte é a regra que surpreende, e os agentes indonésios têm fama de aplicá-la com rigor.
A imprensa relata periodicamente casos de viajantes barrados por uma mancha, uma página rasgada, uma capa deformada ou danos por umidade: chegam depois de um voo longo, são recusados no guichê e voltam no mesmo dia. São casos raros em números absolutos, mas reais, e não admitem discussão na hora.
O que conferir antes de comprar a passagem:
- A página da foto e a plastificação. Qualquer descolamento, bolha ou descoloração é a primeira coisa que um agente olha.
- O chip. Um passaporte biométrico que não é lido manda você do portão automático direto de volta para a fila manual.
- Páginas em branco. Duas páginas livres é um mínimo sensato para os carimbos de entrada e saída.
- A umidade. A causa mais comum dos danos apontados, e a mais fácil de passar despercebida porque avança devagar.
Se o seu passaporte está no limite e não dá tempo de trocar, solicite o e-VOA pela internet antes de viajar. Com e-VOA e um chip funcionando você passa pelo portão automático sem que ninguém avalie o documento cara a cara. Não é garantia — um passaporte cujo chip falha acaba num guichê do mesmo jeito — mas tira do caminho a etapa mais subjetiva.
O All Indonesia Arrival Card
A Indonésia unificou as declarações de imigração, alfândega e saúde em um único formulário online, que substitui o antigo passe sanitário SATUSEHAT e a declaração alfandegária e-CD separada. É gratuito, é obrigatório nos grandes aeroportos, e não é um visto: você continua precisando do visto correto.
- Preencha o formulário em allindonesia.imigrasi.go.id ou no aplicativo All Indonesia, nos três dias anteriores à chegada.
- Informe seus dados pessoais, os dados do voo e as declarações.
- Você recebe um QR code por e-mail ou no aplicativo, e apresenta junto com o passaporte na chegada.
Duas observações práticas. Preencha no wi-fi do hotel antes de sair para o aeroporto, não depois de pousar — saguões de desembarque são exatamente onde o dado móvel falha. E salve um print do QR code em vez de confiar na caixa de entrada: ele vai ser pedido antes de você ter comprado um chip local.

Opções de visto: VOA, e-VOA e o que vem depois
Visto na chegada, comprado no aeroporto
Cidadãos dos países elegíveis podem comprar o visto na chegada no guichê por IDR 500.000 por pessoa, crianças incluídas, pagando com Visa, Mastercard ou dinheiro. Vale 30 dias e pode ser prorrogado uma vez. Confira a lista atual de nacionalidades no site oficial antes de contar com ele.

e-VOA, solicitado online antes de viajar
O mesmo visto, pelo mesmo preço, solicitado com antecedência no portal oficial de e-visto. Ele te dá três coisas que a versão de guichê não oferece: acesso aos portões automáticos, uma prorrogação que você resolve online em vez de presencialmente, e — se o seu passaporte não estiver impecável — uma conversa a menos com um agente.
Desde janeiro de 2024, quem tem e-VOA e passaporte biométrico pode usar os portões automáticos de Jacarta e Bali. Não sobrou nenhum argumento razoável para comprar no guichê.

O aumento de taxas anunciado em agosto de 2026
Em 12 de agosto de 2026, a Diretoria-Geral de Imigração apresentou na sua sede em Jacarta uma revisão das taxas de visto: IDR 750.000 (cerca de 42 €) para o e-VOA e IDR 1.000.000 (cerca de 55 €) para o VOA comprado no aeroporto, contra os IDR 500.000 atuais para ambos.
Isso não está em vigor. Nenhuma data foi anunciada e, até que haja uma, você paga IDR 500.000. Mas repare no que a proposta faz: ela deixa de cobrar o mesmo pelos dois caminhos e transforma o guichê na opção cara, com diferença de IDR 250.000 por pessoa. Se passar, solicitar online deixa de ser conveniência e vira o padrão. Confira a taxa antes de viajar em vez de fazer as contas por esta página.
Ficar mais tempo: o visto B211
Passando de dois meses, o B211 é o caminho habitual: válido por 60 dias, renovável duas vezes por 60 dias cada, até seis meses no total. Reserve entre 2,5 e 5 milhões de IDR (cerca de 140 a 280 €), dependendo de ser primeira solicitação, renovação ou serviço expresso. Você vai precisar de uma digitalização do passaporte, uma foto recente e comprovação de cerca de US$ 2.000 em conta bancária. Solicita-se por meio de um patrocinador ou de uma agência, não num guichê.
Prorrogar a estadia e a armadilha do overstay
Tanto o VOA quanto o e-VOA podem ser prorrogados uma vez, por mais 30 dias. A prorrogação do e-VOA é feita online; a do VOA é a versão lenta e presencial, o que já é o melhor argumento para comprar online desde o começo.
Comece pelo menos 15 dias antes do vencimento. Todos os viajantes que ajudei cometeram o mesmo erro: trataram a prorrogação como algo para resolver na última semana, descobriram que existe prazo de processamento e às vezes agendamento, e acabaram escolhendo entre um pedido às pressas e um voo de saída.
O overstay custa IDR 1.000.000 por dia. Faça a conta antes de arriscar: uma semana são 7 milhões de IDR, bem mais que uma passagem de ida e volta para Singapura ou Kuala Lumpur. Se a prorrogação for ficar apertada, sair e entrar de novo costuma ser mais barato e mais tranquilo. Overstays longos deixam de ser questão de multa e viram detenção e deportação, então não é um canto para economizar.

Escolher a porta de entrada: em qual aeroporto pousar
É a decisão que a maioria toma no automático, e a que mais molda o resto da viagem. A Indonésia tem 5 mil quilômetros de largura. Pousar na ponta errada custa um dia e um voo doméstico que você não tinha previsto.
Jacarta — Soekarno-Hatta (CGK)
O principal hub do país, e a porta que mais uso. O Terminal 3 é moderno, os portões automáticos funcionam bem, e as tarifas internacionais para Jacarta costumam sair mais baratas que para Bali na mesma rota. É a escolha certa para Java — Yogyakarta, Bromo, Ijen — e o ponto de partida natural se a sua viagem correr de oeste para leste. Daqui as conexões domésticas alcançam tudo.
Bali — Ngurah Rai (DPS)
O ponto de entrada internacional mais movimentado e a escolha óbvia se o destino for Bali, Lombok ou as ilhas Gili. Tem também suas particularidades de chegada, incluindo a taxa turística, que tratamos à parte no guia de como chegar a Bali.
Surabaya, Medan, Makassar, Manado
Os aeroportos em que ninguém pensa, e que às vezes economizam um dia inteiro:
- Surabaya (SUB) — leste de Java. A aproximação mais curta ao Bromo e ao Ijen, e à balsa que cruza para Bali.
- Medan (KNO) — norte de Sumatra. A entrada para o lago Toba e os orangotangos de Bukit Lawang, com voos curtos de Kuala Lumpur e Singapura.
- Makassar (UPG) — sul de Sulawesi. O hub de Sulawesi e o ponto de partida para Tana Toraja e as ilhas Togian.
- Manado (MDC) — norte de Sulawesi. Direto para Bunaken e o estreito de Lembeh, poupando dois voos domésticos a quem mergulha.
Nem todo aeroporto emite visto na chegada, e a lista designada é revista periodicamente. Se for entrar por um aeroporto secundário, confirme no site da imigração que ele está habilitado — ou leve um e-VOA, que elimina a dúvida.
Voar para a Indonésia: hubs, rotas e tarifas mais baratas
Do Brasil e da maior parte da Europa não há voos diretos. Você vai fazer conexão, e onde fazê-la vale escolher, não apenas aceitar.
- Singapura e Kuala Lumpur — os trechos finais mais curtos e a maior variedade de destinos indonésios no voo seguinte. Melhor se você não vai a Bali.
- Doha, Dubai, Istambul — geralmente as opções de uma conexão mais baratas saindo da Europa, com um segundo trecho longo.
- Hong Kong, Bangkok, Seul — competitivas a partir da América do Norte e vale comparar com as rotas do Golfo.
Três hábitos que derrubam a tarifa de forma consistente. Verifique aeroportos de partida vizinhos — Bruxelas e Genebra batem Paris com regularidade no mesmo itinerário. Compare Jacarta com Bali e some um trecho doméstico: a combinação costuma custar menos que voar direto para Bali, e ainda te dá uma segunda região. E mantenha as datas flexíveis: nessas rotas, mexer dois dias na viagem move o preço mais do que qualquer truque de reserva.
Cote a mesma viagem por duas portas de entrada diferentes antes de fechar — é a única comparação que muda o formato de um roteiro indonésio. Compare tarifas para Jacarta e Bali na Trip.com e depois veja quanto custa o trecho doméstico a partir de cada uma.
Chegar por mar ou por terra
O avião não é o único jeito de entrar, e para dois roteiros em especial as alternativas fazem sentido.
De Singapura, de balsa. As balsas rápidas chegam a Batam e Bintan em menos de uma hora. É uma via de entrada legítima, popular entre quem já está em Singapura, e deixa você a um voo doméstico curto de Sumatra ou Jacarta.
De Timor-Leste, por estrada. A travessia terrestre para o Timor Ocidental é a entrada por terra clássica de quem percorre as ilhas orientais, e combina naturalmente com uma rota por Flores e Komodo.
Nas travessias marítimas e terrestres a questão do ponto de entrada pesa de verdade: nem todo porto ou posto de fronteira emite visto na chegada. Nessas rotas, o seguro é chegar com o e-VOA já concedido. Para as balsas e o transporte entre ilhas depois de entrar, veja como se locomover pela Indonésia.
Quando viajar: as estações no arquipélago
A Indonésia fica sobre a linha do equador, então a «melhor época» depende mais de para onde você vai do que do calendário.
- Estação seca, de abril a outubro. A janela confiável para a maior parte do país — Java, Bali, Lombok, Sulawesi. Quente, ensolarado, pouca chuva.
- Estação chuvosa, de novembro a março. Chuva forte em Sumatra e Kalimantan, mas temporada de pico do surfe nas ilhas Mentawai e menos gente em todo lugar.
- Meses de transição, abril e outubro. Menos gente, preços mais baixos e um tempo que ainda se sustenta.
- Alta temporada: acompanha a seca mais Natal e Ano-Novo — melhor tempo, preços máximos, saguões mais cheios.
Vale conhecer uma ressalva: as ilhas orientais seguem outro ritmo. A janela mais calma de Raja Ampat vai de outubro a abril no norte — exatamente o contrário de Java. Se a sua viagem é construída em torno de uma região, confira essa região e não a média nacional.
Dicas práticas para as primeiras horas na Indonésia
- Deixe o QR code disponível offline. Salve um print. Vão pedir antes de você ter internet.
- Leve comprovante de saída do país. É pedido de forma irregular, mas uma confirmação de reserva no celular resolve na hora.
- Saque rupias num caixa eletrônico do aeroporto, não numa casa de câmbio. A taxa é melhor e os caixas dos grandes aeroportos são confiáveis.
- Compre o chip dentro do terminal. Telkomsel e XL têm balcões oficiais; a diferença de preço para a cidade é pequena e eles configuram para você.
- Providencie a permissão internacional antes de alugar uma moto. É o que mantém o seu seguro válido em caso de acidente — o detalhe que se descobre tarde demais.
- Não há vacinas obrigatórias, mas várias são recomendadas conforme as regiões. Consulte as orientações de saúde do seu país.
Se a moto entra no plano, tire sua Permissão Internacional para Dirigir online antes de viajar. Leva alguns minutos, e é o documento que mantém seu seguro válido se algo acontecer na estrada.

Se em vez de moto você alugar carro, compare preços de aluguel nos aeroportos indonésios na DiscoverCars. E se a sua primeira noite for perto do aeroporto antes de uma conexão doméstica cedo, reserve com antecedência: a chegada no mesmo dia é a única situação em que os preços de hotel indonésios jogam contra você.

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Perguntas frequentes sobre viajar para a Indonésia
Preciso de visto para viajar à Indonésia?
A maioria dos turistas precisa de visto na chegada ou e-VOA, atualmente IDR 500.000 por pessoa para 30 dias. O direito depende da nacionalidade e a lista é revista periodicamente, então confira no site oficial antes de viajar. Poucas nacionalidades são isentas para estadias curtas.
Quanto custa o visto da Indonésia em 2026?
IDR 500.000 (cerca de 28 €) tanto para o VOA quanto para o e-VOA. Uma revisão apresentada em 12 de agosto de 2026 elevaria para IDR 750.000 no e-VOA e IDR 1.000.000 no VOA comprado no aeroporto, mas nenhuma data foi anunciada e ainda não está em vigor.
O que é o All Indonesia Arrival Card?
Um único formulário online gratuito que reúne as declarações de imigração, alfândega e saúde, substituindo os antigos SATUSEHAT e e-CD. Preencha nos três dias anteriores à chegada em allindonesia.imigrasi.go.id ou no aplicativo, e apresente o QR code com o passaporte. É obrigatório nos grandes aeroportos e não é um visto.
Melhor tirar o e-VOA online ou comprar o visto na chegada?
Tire o e-VOA online. Hoje custa o mesmo, permite usar os portões automáticos em vez de enfrentar fila, e deixa você pedir a prorrogação online em vez de presencialmente. A revisão de taxas proposta para 2026 ainda deixaria a versão de guichê IDR 250.000 mais cara.
Posso ser barrado por causa de um passaporte danificado?
Sim. Os agentes indonésios aplicam com rigor as regras sobre o estado do passaporte, e a imprensa relata casos de viajantes barrados por uma mancha, uma página rasgada ou danos por umidade. Troque um passaporte no limite antes de viajar; se não der, solicite um e-VOA para passar pelo portão automático em vez de enfrentar uma avaliação manual.
Quanto tempo posso ficar como turista?
Trinta dias com VOA ou e-VOA, prorrogáveis uma vez por mais 30, ou seja 60 dias no total. Além disso é preciso outro visto — normalmente o B211, válido por 60 dias e renovável duas vezes até seis meses.
Como prorrogar o visto de turismo indonésio?
O e-VOA se prorroga online; um VOA comprado no guichê exige um processo presencial. Comece pelo menos 15 dias antes do vencimento — o erro mais comum é tratar isso como tarefa de última semana. O overstay custa IDR 1.000.000 por dia.
O que acontece se eu exceder o prazo do visto?
Você paga IDR 1.000.000 por cada dia além do permitido, na saída do país. Uma semana são 7 milhões de IDR — mais que uma passagem de ida e volta para Singapura ou Kuala Lumpur, e por isso sair e voltar costuma sair mais barato que uma prorrogação tardia. Overstays longos levam a detenção e deportação.
Em qual aeroporto pousar na Indonésia?
Jacarta (CGK) para Java e para a malha doméstica mais ampla, e muitas vezes a tarifa internacional mais barata. Bali (DPS) para Bali, Lombok e as Gili. Para o resto, avalie Surabaya para Bromo e Ijen, Medan para o lago Toba, Makassar para Sulawesi e Manado para Bunaken — cada um pode poupar um dia inteiro de conexões.
Dá para entrar na Indonésia por mar ou por terra?
Sim. As balsas de Singapura chegam a Batam e Bintan em menos de uma hora, e existe uma travessia terrestre do Timor-Leste para o Timor Ocidental. Nem todo porto ou posto de fronteira emite visto na chegada, então entre por essas vias já com o e-VOA concedido.
Preciso de comprovante de saída do país?
Os agentes podem pedir uma passagem de volta ou de continuação, e as companhias às vezes conferem já no portão de embarque. É solicitado de forma irregular, mais do que sistemática, mas ter a confirmação de reserva no celular resolve em segundos.
Há vacinas obrigatórias para a Indonésia?
Nenhuma é obrigatória para entrar, mas várias são recomendadas conforme as regiões e a estação. Consulte as orientações de saúde do seu país algumas semanas antes de viajar, porque alguns esquemas precisam começar com antecedência.